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Três chefes da polícia de Nova York são presos em caso de corrupção ligado a prefeito que desafiou Bolsonaro

Detenções resultam de investigação sobre arrecadação de fundos para campanha de Bill De Blasio

05/05/2019 17h58Atualizado há 7 meses
Por: Redacao
Fonte: O GLOBO
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Prefeito Bill De Blasio é investigado por arrecadação de fundos para sua campanha Foto: Andrew Theodorakis / AFP
Prefeito Bill De Blasio é investigado por arrecadação de fundos para sua campanha Foto: Andrew Theodorakis / AFP

NOVA YORK — Três policiais do alto escalão de Nova York foram presos nesta segunda-feira, junto com um empresário do Brooklyn, como parte de uma investigação federal contra corrupção envolvendo a arrecadação de fundos para a campanha do prefeito Bill de Blasio, informou o jornal “The New York Times”.

As prisões nas primeiras horas da manhã de um vice-chefe, um vice-inspetor e um sargento por agentes do FBI e investigadores do Departamento de Relações Internas da Polícia foram seguidas pela execução de mandados de busca. Está programada para esta segunda-feira uma entrevista coletiva na qual serão apresentados detalhes da operação.

Num caso que está sendo considerado um golpe para a reputação da maior força policial municipal do país, os detidos são acusados de suborno, fraude eletrônica e conspiração.

O vice-chefe e o vice-inspetor teriam recebido ingressos de cortesia do Super Bowl, refeições caras e viagens gratuitas no exterior — uma delas com a companhia de uma prostituta —, segundo fontes familiarizadas com o assunto, que falaram sob condição de anonimato. Já o sargento foi acusado de um esquema que envolvia ajuda para obtenção de licenças de armas de fogo.

Os presentes foram em grande parte pagos por dois empresários — ambos generosos apoiadores do prefeito. Jeremiah Reichberg, de 42 anos, do Brooklyn, foi acusado juntamente com os policiais, disseram as fontes.

Jona S. Rechnitz, de 33 anos, teria se declarado culpado das acusações de corrupção e começou a cooperar com as autoridades federais.

De acordo com o “New York Times”, ainda não há indicação de que o prefeito teria relações com a conduta dos oficiais.

 

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